sábado, 19 de outubro de 2013



“Uma relação mais leal”




Meses depois de ter vivido a “empreguete” Maria da Penha na novela Cheias de Charme, sucesso de audiência no horário das sete na TV Globo, Taís Araújo acompanhou de perto a aprovação da proposta que amplia os direitos das empregadas domésticas em todo o País. Em conversa com a coluna, a atriz conta que, durante as gravações, começou a pagar o FGTS de sua funcionária.

O que achou da aprovação da PEC?
Achei ótimo. A partir de agora, patrões e empregados terão uma relação mais leal. No Brasil, temos uma maneira muito diferente de nos relacionar com as empregadas domésticas – há uma relação de afeto também. Por isso, as novas regras ganham ainda mais importância.

Para você, quais são os pontos mais relevantes da proposta?
O FGTS é fundamental. Bem como a hora extra e o adicional noturno. Concordo que não dá para onerar tanto o patrão, mas não dá também para as empregadas terem uma situação tão à deriva como têm hoje. O número de carteiras assinadas é pequeno perto do total de domésticas no Brasil.

Como as novas regras podem mudar a vida dessas funcionárias?
Hoje, elas estão muito esclarecidas. Conhecem seus direitos. Mas os patrões têm de entender que será uma mudança boa para eles também. A partir de agora, também estarão amparados pela lei. Só lamento que alguns pontos ainda tenham de ser regulamentados antes de começarem a valer. E acho que isso, infelizmente, levará um tempo.

Como é na sua casa?
Temos uma relação de honestidade. A Célia está comigo há 19 anos e, durante a novela, adotei o FGTS. Ela trabalha com carteira assinada e faço questão de pagar o plano de saúde – para ela e a família. A Célia se dedica à minha casa e ao meu filho. Por isso, quero que esteja assegurada caso aconteça algo com ela ou com seus filhos. Que sejam tão bem cuidados quanto eu.


''Ainda tenho que comer muito arroz com feijão'', diz Taís Araújo sobre fazer humor.
 
 
 
Durante a festa de lançamento da nova programação da TV Globo, que aconteceu na noire desta quarta-feira (27), no Credicard Hall, em São Paulo, Taís Araújo falou sobre seu lado humorista, já que ela está junto com Marcelo Adnet em O Dentista Mascarado. “Ainda tenho que comer muito arroz com feijão”, brincou a atriz, que elogiou o companheiro de cena.  “É uma delícia trabalhar com o Adnet”, disse ela.
Agora com os cabelos bem curtos, Taís também falou sobre o novo visual. “As pessoas na rua ainda falam: ‘você cortou o cabelo, que dó’, e eu respondo: ‘cabelo cresce’. É meio limitador para atriz, mas a minha personagem vai usar várias perucas, concluiu.Profissional de sucesso e mãe dedicada, a atriz não conteve o sorriso ao falar de João Vicente (2), seu herdeiro com Lázaro. “Meu filho é o mais engraçado, canta tudo. Hoje o Lázaro me ligou pra contar que ele está cantando Luiz Gonzaga”, derreteu-se.
 


 
Confira abaixo a entrevista com Tais Araújo:








 iG: Ao fim da apresentação de seu espetáculo “A Caixa de Areia”, é fácil ouvir o público comentando sobre como você está diferente da TV. Foi por isso que você quis fazer este texto?
Tais Araujo: Na verdade, procurei o Jô Billac porque ele é um ótimo autor e porque tem um processo de criação muito diferente do que faço na televisão. Ele constrói o texto a partir do que o ator dá para ele. É algo artesanal. Não é um trabalho fácil porque todo mundo tem voz ativa e, quando se tem essa liberdade, vira um caos. Mas é um trabalho autoral e isso tem um valor grande. Quando ele disse, então, que queria falar sobre crítica, fechei na hora.


iG: Por quê?
Tais Araujo: Essa peça faz parte de uma trilogia dele: “Savana Glacial” fala sobre a inspiração do autor, “Popcorn” sobre a autenticidade do texto e “Caixa de Areia” sobre crítica. E eu também quis falar sobre isso. Tenho uma carreira de 16 anos na televisão e já lidei com as críticas de tudo quanto é jeito. Já me fez mal, já me fez bem, já tentei ignorar... Às vezes dá para absorver algo, mas algumas pessoas só querem te colocar para baixo. Você vê que tem de tudo e vai amadurecendo, inclusive, com as críticas.


iG: Com quais críticas você mais sofreu?
Tais Araujo: Sem dúvida alguma foi fazendo a Helena de Manoel Carlos. Eu fui espinafrada! Foi um processo superdoloroso e doído. Mas, quando passou, vi que todo esse sofrimento me fez melhor atriz e pessoa. E foi um papel que demorou para passar, para as feridas cicatrizarem... Ter conseguido passar por este desafio foi sensacional. Por isso, quando o Jô falou que queria falar sobre crítica, topei na hora. O que vivi por Helena foi algo transformador.

 
iG: Sua personagem na trama é uma mulher que fala o que pensa. Isso é uma qualidade ou defeito?
Tais Araujo: Quando se fala de maneira impulsiva, beiramos o defeito porque não se mede as consequências. Falar tudo que se pensa é uma imaturidade ou quase uma ingenuidade, no pior sentido da palavra. Porque a pessoa vive numa sociedade e, ao falar qualquer coisa, pode desrespeitar o outro. Aí tentam justificar: “Não sou demagoga”. Isso não é demagogia ou ética! É saber que ela está em uma sociedade.


iG: Em uma entrevista, você disse que sofreu preconceito no início da sua carreira. Como avalia o cenário atual?
Tais Araujo : O preconceito continua aí e vai continuar porque está na nossa cultura. É claro que tem melhorado muito, que há mais oportunidades. Mas não posso falar que melhorou 100% porque estaria mentindo. Meu filho vai crescer e ainda vai encontrar um país preconceituoso e ter dificuldades por aí.


iG: Como vai conversar com ele sobre isso?
Tais Araujo: Vou conversar e prepará-lo como profissional para encarar o mercado de trabalho de maneira potente. Quero que ele seja um profissional completo para poder competir de igual por igual. Mas isso é o meu filho, né? Tenho condições de botar ele em um bom colégio, para estudar línguas. E é aí que você vê o grande preconceito desse país. Meu filho, infelizmente, é uma exceção. Se, pelo menos, 15% da população tivessem as mesmas oportunidades que ele tem, as coisas iam começar a melhorar. Até acredito que isso está aumentando. Há políticas afirmativas que estão ajudando a melhorar.


iG: Você é uma mãe liberal?
Tais Araujo: Não. Desde bebê, o Jovi tem uma rotina regrada. Isso faz parte e acho que a criança gosta também. Nós também já colocamos limite nele. Claro, o limite possível para uma criança de um ano e nove meses. Ele está começando a nos testar. E é nesse momento que ele tem de saber que nem tudo ele vai conseguir. Mas, também não sou durona, assim. Quero ter uma relação de diálogo com ele.


iG: No ano passado, você disse que queria ter outro filho...
Tais Araujo: Tô tentando. No tempo vago é isso que eu faço. Prometo (risos). Uma hora vai acontecer.

iG: Na peça, sua personagem tem uma relação desrespeitosa com o marido. Como você e Lazáro mantêm a liberdade no casamento?
Tais Araujo: Minha personagem é fruto da mulher da década de 50. Vivia para a família, mas internamente tinha um desejo de liberdade paradoxal com a vida que ela tinha construído. Vivemos de outra maneira hoje. Trabalho tanto quanto o meu marido e tenho uma vida tão próspera quanto à dele. Mas, se existir alguma receita para um relacionamento é ter diálogo e respeito, basicamente. Com isso, você vai levando. Claro, temos nossos defeitos e percalços, como qualquer casal. Mas com respeito e conversa a gente se resolve.


iG: Você está no elenco da série “O Dentista Mascarado”. Como está sendo explorar o seu lado cômico?
Tais Araujo: Me sinto na base da cadeia alimentar da comédia! (risos) Estou me divertindo muito. Quando estou indo trabalhar, parece que vou para o recreio do colégio. Se eu tinha qualquer pudor, relacionado a qualquer coisa, tive de perder. O texto da Fernanda (Young) e do Alexandre (Machado) é amoral, tem liberdade. E a personagem é assim. Tem de tudo: desde me vestir de freira para dar um golpe até alguém mordendo minha bunda. Conquistei, nessa série, coisas que uma pessoa não conquista a carreira inteira. Estou falando de coisas bagaceiras, sabe? (risos) Fico brincando que ninguém vai me respeitar mais.


iG: Isso te preocupa?
Tais Araujo: Não. De jeito nenhum. É essa diversidade que procuro na minha carreira. Claro, faço a dramaturgia clássica da novela. Mas dá uma liberdade pegar o pudor e jogar na janela. E estou aprendendo muito. Tenho conquistado, nessa série, uma liberdade que nunca tive.


iG: Você tem muitas cenas de lingerie na série. No ano passado, durante gravação de “Cheias de Charme”, publicaram fotos suas de biquíni e falaram sobre celulites...
Tais Araujo: Tô nem aí para isso! Acho que estou no lucro porque tive um filho e consegui emagrecer (risos). Pensei que ia ficar gorda para sempre. Porque minha família é assim. Também uso coisas que valorizam meu biotipo, né? Não sou boba (risos). Sempre uso roupas decotadas, que deixem o ombro de fora, porque ele é magro. Estou fazendo capoeira, mas não é nem pelo papel. Estava sem malhar desde a gravidez do Jovi . Ele adora, vai comigo, fica me imitando, corre de um lado para o outro.


iG: E o cabelo curto? Queria radicalizar?
Tais Araujo: Eu sempre quis ter cabelo curto. Adoro. É uma liberdade. Com cabelo curto, você explora mais outras partes do corpo. Você coloca um ombro de fora, um pescoço de fora e fica bonito. Ai... não queria deixar crescer. Mas, se tiver de deixar, para alguma personagem, tenho certeza que depois dos meus 50 anos vou passar a tesoura novamente. Vou manter minha maturidade com cabelo curto.

iG: Você e Lázaro são artistas politizados e você, em vários de seus personagens, levantou bandeiras. O que achou da indicação de deputado Marco Feliciano para chefiar a Comissão de Direitos Humanos?
Tais Araujo: Esse cara não me representa! Nem como mulher nem como cidadã. Isso tem de ser dito. Tudo que ele fala é baboseira. Não comungo com nenhuma opinião e ideia dele. Realmente, não gostaria que ele ocupasse esse cargo. Mas, pelo menos, tenho visto acontecer algo muito bonito no nosso país.

iG: O quê?
Tais Araujo: A gente está se movimentando. E acho que as redes sociais são muito importantes nesse sentido. Temos que atingir o máximo de pessoas possíveis, levantar a voz e falar que não queremos esse cara lá. Acho que desde o impeachment do Collor é o momento em que mais vejo o povo falando o que quer. E isso tem de ser respeitado. Temos que conhecer nossos direitos: quantos milhões de assinaturas são necessárias? Vamos fazer isso. E temos que cobrar.

 
Tais Araujo quer engravidar novamente: “No tempo vago é isso que eu faço”
 
 
 
Durante 16 anos de carreira, a relação de Tais Araujo com a crítica especializada foi a maior parte do tempo tranquila. Desde a sua primeira protagonista em “Xica da Silva” até a empregada doméstica Maria da Penha da novela “Cheias de Charme”, a atriz conseguiu manter currículo cheio de acertos e elogios e se tornou uma das principais estrelas da sua geração ao assumir o papel da primeira protagonista negra da TV Globo em “Da Cor do Pecado”.Mas nem sempre foi assim. O ápice de sua carreira, em 2009, quando foi convidada pelo novelista Manoel Carlos para interpretar a primeira Helena negra de sua ficção, em “Viver a Vida”, veio também acompanhado de muito sofrimento. “Eu fui espinafrada! Foi um processo superdoloroso. E demorou para as feridas cicatrizarem”, lembra.
O papel que coroaria sua carreira se tornou o trabalho mais difícil e criticado negativamente. E foi exatamente devido a esta experiência traumática que Taís topou imediatamente o desafio do autor teatral Jô Billac , que queria fazer um espetáculo sobre o universo da crítica.
Em cartaz no Rio, a peça “Caixa de Areia” conta a história de uma critica de arte que vê a vida como se estivesse fora dela, incapaz de se envolver afetuosamente com alguém, com seu olhar crítico a respeito de tudo e todos. No elenco, além de Taís, estão Luiz Henrique Nogueira , Cris Larin, Julia Marini e Jaderson Fialho .
A atriz recebeu a reportagem do iG Gente no camarim do teatro Sesi e falou sobre sua carreira e a série cômica ainda inédita “O Dentista Mascarado”, pediu a saída do deputado Marco Feliciano da Comissão de Direitor Humanos da Câmara de Deputados e revelou seus planos para aumentar a família com o ator Lázaro Ramos . “Tô tentando. No tempo vago é isso que eu faço. (risos) Uma hora vai acontecer”, diverte-se
 
 
Com rendas e tachas, figurino ousado de Taís Araújo tem peças de NY
 
 
 
 
 
Combater o crime vestida para arrasar. Essa é a filosofia de Sheila, personagem de Taís Araújo em O Dentista Mascarado. Para isso, a figurinista Ellen Milet viajou a Nova Iorque para escolher a dedo um figurino ousado, bem no estilo da personagem. “Estou pesquisando e comprando algumas coisas. O figurino dela tem muita coisa de Nova Iorque, o que permite incrementar com peças diferentes”. A lista inclui perucas, transparências, rendas e tachas, acessórios enormes, sapatos altíssimos, dourado, preto e prata com detalhes de cor. A criação do guarda-roupa, segundo Ellen, é coletiva.
“Gosto de trabalhar com atores. Funciona assim: eles têm o mapa e eu determino o percurso a ser seguido. Estudamos o personagem juntos e chegamos a um ponto em comum. É muito bom, adoro este processo criativo em grupo. Edito as ideias e apresento”, explica. Um dos destaques que agradou muito Taís foi o anel com a palavra 'Gostosa'. Bem no estilo faltal de Sheila.
Tais Araújo sobre personagem em seriado: "Ela é uma cachorra"
 





 
 
Tais Araújo esteve em um hotel de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, durante a noite desta segunda-feira (18), para falar sobre a estreia do seriado "O Dentista Mascarado". Junto com Marcelo Adnet, a atriz contou como será a sua personagem. "Ela é uma cachorra. Basicamente, a estrutura dela é essa. Uma cachorra que acha os personagens do Marcelo Adnet e do Leandro Hassum dois idiotas. Ela fica tirando onda com a cara deles o tempo inteiro".

Segundo Taís, que está em cartaz com a peça "Caixa de Areia", no Rio, é a primeira vez que ela faz comédia em seriado. "Estava morrendo de medo porque é um universo diferente do meu. Abri mão das férias para estar aqui. Ia passar três meses fora, mas valeu a pena ir para esse universo totalmente diferente", disse ela, que emendou a novela "Cheias de Charme", com o espetáculo e agora já grava o seriado.


Sheila, a sua personagem, é contratada para ser assistente do dentista Paladino. Ela aplica um golpe e o dentista acaba descobrindo que ela é procurada pela Justiça e tem várias identidades. Com o passar da trama, Paladino acabará ajudando a moça, que retribuirá com o combate ao crime.
A primeira temporada de “O Dentista Mascarado” contará com 13 episódios e estreará no próximo dia 5, sendo exibido sempre às sextas-feiras, após o “Globo Repórter”

RIO - Taís Araújo adiou as férias em família para estrelar a série "O dentista mascarado" como a golpista garota de programa Sheila. Escrita por Alexandre Machado e Fernanda Young, a atração de 13 episódios que estreia no dia 5, depois do "Globo repórter", marca a estreia de Marcelo Adnet na Globo. O programa tem direção de José Alvarenga Jr e traz ainda em seu elenco nomes como Leandro Hassum, Otávio Augusto e Diogo Vilela.
— O Lázaro (Ramos, marido da atriz) acabou de gravar 'Lado a lado'. A gente iria sair de férias agora para uma viagem de três meses. Mas eu não poderia abrir mão desse trabalho. Nunca tinha feito uma série e nem esse tipo de humor — justifica Taís, dizendo que o marido entendeu a sua escolha.
A atriz, que já esteve no ar em trabalhos cômicos, foi vista pela última vez na TV como a empreguete Penha, da novela "Cheias de charme".
— Eu faço muita novela e adoro, mas a Penha, por mais que estivesse numa trama de comédia, era a personagem com mais dramas da novela.
Para dar conta de uma linguagem que considera inédita em sua carreira (a série é uma mistura de policial com humor), Taís afirma recorrer sem pudores ao diretor.
— Eu estava morrendo de medo. Mas quando não sei o que devo fazer eu fecho os olhos e o Alvarenga me leva — revela.
Em cena, sua personagem, Sheila, irá usar os mais diferentes disfarces com direito a perucas variadas.
— Mas também irei aparecer com o meu cabelo curtinho — diz.
Depois de tentar roubar o dentista Paladinho (Adnet) e o protético Sério (Hassum) logo no primeiro episódio, a golpista Sheila passará a combater o crime ao lado da dupla.
— Ela é uma trambiqueira, uma cachorra, mas acaba sendo obrigada a ajudar os dois — conta a atriz.
Taís conta ainda que começou a fazer aulas da capoeira para ganhar agilidade nas cenas de ação que grava para o seriado.
— Eu pulo, corro, é uma loucura.
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Taís Araújo: “Não quero ficar uma coroa sedentária





Taís Araújo prepara-se para estrear sua primeira sitcom. Ela será Sheila, uma garota de programa que vive de golpes em O Dentista Mascarado, novo seriado da Globo, escrito por Fernanda Young e Alexandre Machado, com estreia prevista para o dia 5. Taís dividirá a cena com o humorista Marcelo Adnet, que viverá um dentista justiceiro. “É a primeira vez que faço série e comédia é dificílimo, ainda mais cercada pela fina flor do humorismo. É muito diferente de novela. O volume de equipe e trabalho é imensamente menor. Estou adorando”, diz a atriz.
Para entrar no papel de mulher fatal, ela começou a fazer aulas de capoeira há um mês e meio, influenciada pelo marido, Lázaro Ramos, que interpretou Zé Maria, um exímio lutador do esporte na novela Lado a Lado, como conta nossa Época desta semana. “Não entrava numa academia desde que fiquei grávida de João Vicente (o filho de 1 ano). Tomei vergonha e entrei para capoeira com o mestre Cocoroca, para ter mais agilidade, porque a personagem exige isso, já que terá muita encenação física, coisa de super-herói, vingadores da justiça”, afirma. Alguma diferença no corpo? “O resultado vem rápido porque luta cansa e exige muito condicionamento. Não quero ficar uma coroa sedentária”.